Artigo de Opinião

Documentos, informações ou ficheiros úteis para o trabalho dos professores

Hotel vs pocilga

Depois de abandonado, depois de esquecido pela tutela, mesmo sabendo que há interessados na sua compra e recuperação, o antigo hospital de Mozelos sofre agora novo revés. Pessoalmente, nem queria acreditar quando vi a notícia na última edição do Notícias de Coura, que dava conta da transformação, ainda que temporária, do antigo sanatório numa… pocilga!!!

Pelo que se pode ler no artigo em questão, a colocação dos animais naquela espaço surgiu como contrapartida pela limpeza da zona envolvente. Ora, o que não se compreende, por um lado, é se se está a limpar por um lado, porque se há-de sujar, com os detritos dos animais, por outro lado. Acresce que, a meu ver, a ocupação daquele imóvel pelos animais vai deteriorar ainda mais o antigo hospital. Mas, mais importante, o que não se compreende é porque é que este processo não ata nem desata, pois da maneira que as coisas se arrastam não seria de admirar que, qualquer dia, o grupo empresarial que estava interessado em recuperar aquele imóvel e ali construir um hotel e campo de golfe, simplesmente perca o interesse.

Outsider

“Confrontado com este protesto, António Pereira Júnior adiantou à Rádio Vale do Minho que não vai estar presente, porque esta vigília não está a ser organizada por uma courense, "ninguém a conhece como se fosse de cá e portanto fica-se na expectativa que é uma outsider que vem aqui fazer uma manifestação”

Contextualização. Estupefacção. Indignação. Telhados de vidro. Reconhecimento.

Primeiro a contextualização. Pereira Júnior, presidente da Câmara de Paredes de Coura, comentava, aos microfones de uma rádio local, a vigília que vai ser levada a efeito no próximo sábado, como forma de protesto pelo encerramento do SAP no período nocturno. Uma vigília que, como já aqui abordei, foi convocada por Sandra Barros, cidadã portuguesa, que paga impostos e não aceita o encerramento do serviço nocturno do SAP de Paredes de Coura, como a própria assina o panfleto que distribuiu, por email e também por mão própria. Inclusivamente foi das mãos da própria subscritora que o autarca courense recebeu o panfleto que convida à participação na vigília de sábado.

O proceso exterminador da nosa lingua

 

O galego veuse mantendo polo uso das familias e do pobo en xeral nas súas relacións cotiáns. Os cambios do campo a cidade, a sangría da emigración, a escolarización en castelán con contidos alleos, a desvalorización de Galiza e do propio, o mantemento, a acentuación da discriminación e represión do galego como idioma polo réxime franquista. A todo isto hai que engadir a enorme presión dos medios de comunicación dende o século pasado, principalmente o cinema a partir dos 40, a radio nos 50, e a televisión, nos 60, que actúan como auténticos impositores lingüísticos do castelán e de realidades alleas, teñen feito moito dano a lingua galega.

 

Caminho fora dos eixos

 

A crítica partiu da Câmara Municipal de Ponte de Lima, mas também afecta Paredes de Coura. Em causa está uma publicação especial do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, associação de municípios que reúne 17 concelhos do Norte do país e outros tantos na Galiza, que em ano de Jacobeu resolveu divulgar algumas informações de cariz turístico. Ao longo de 125 páginas são destacados alguns aspectos das principais cidades atravessadas pelos caminhos de Santiago, bem como os próprios caminhos utilizados pelos peregrinos.

Carta ao Sr. presidente da Câmara Municipal de Monção

Camuflagem

 
Sr. presidente no tempo de Salazar e seus seguidores ouvia-se na rádio e na RTP (veja arquivo): Fume um cigarro, faça uma pausa. Beba isto, beba aquilo.
Hoje: Fumar Mata (etc.)
O Sr. presidente, como representante de todo o povo monçanense, que democraticamente o elegeu, não pode camuflar nem empolgar interesses tão mórbidos e só de alguns (poucos) tentando promover a mensagem da fatal mistura: Coca e Alvarinho.
Pense nos jovens, homens de amanhã, a forquilha que o senhor está a bramir move-se em todas as direcções, e não obedece a ninguém, a não ser às “forças do mal”.

DEFENDÁMONOS DOS ABUSOS DAS GRANDES COMPAÑIAS.

Nestes dias estou a sentir , na miña propia pel, todo o peso da arbitrariedade e do poder das grandes compañias que nos fornecen luz , gás, ou telefonos.
No meu caso o conflicto foi con gás Natural-Unión FENOSA, mas poderia ser con cualquer outra das grandes compañias. Estas pactaron có Goberno de España um curioso sistema de recadación e de suministro do seu producto, que para o consumidor normal escápaselle á sua comprensión. As compañias que explotan o recurso non son as que cobran aos usuarios. Por outra parte conseguiron a prerrogativa de poder facturar sen necesitaren saber o consumo dos usuarios. Legalmente! E , para aforrar persoal revisan o gasto cada 2 meses pero poden facturar cada mes .

Jorge Nande foi a pior aposta do PSD no distrito

O candidato pelo PSD à Câmara Municipal de Monção, o advogado Jorge Nande, resultou nas urnas na pior aposta do PSD nos concelhos do distrito de Viana do Castelo. Em termos de Câmara é a pior percentagem de votantes desta região com apenas 20% para o PSD, sendo mesmo melhor em Melgaço com 23%, ou Cerveira com 27%. Já para não falar em Valença, onde o PSD venceu com 43% dos votos, em Caminha com 54% ou nos Arcos onde o PSD arrecadou 63% dos votos.

Também em freguesias o candidato não ajudou em nada a unir as tropas do partido, tendo vencido apenas em Podame, em Valadares e em Troviscoso, num concelho com 33 freguesias, o que representa uma percentagem de vitórias de juntas de freguesia de apenas 9%. Em relação à assembleia o resultado é um pouco melhor com 23%.

Falemos galego na casa e na escola

Ríos de tinta vertidos por mor do noso idioma. Ríos de tinta que nos parecen unha total e absoluta insensatez. Levamos semanas, meses, falando da lingua galega como se fora un atranco para algún tipo de desenvolvemento presente ou futuro. Pero, que problema existe co galego? Resposta: ningún. Só que nas pasadas eleccións autonómicas, o partido de Rosa Díez, UPyD, ou algo así, como non tiña moito que ofrecer, aquí en Galicia lanzou o slogan de que o castelán estaba en perigo porque o uso excesivo do galego estaba a sepultalo.

Aborto legal... e a pagar?

 

Dois anos depois da entrada em vigor da lei que despenaliza o aborto, surgem notícias pouco abonatórias para quem defendeu a referida despenalização e, sobretudo, para quem elaborou a lei que regula a mesma.

1. Afirmou-se, na altura, que, entre outros objectivos, se pretendia acabar com o aborto clandestino e diminuir drasticamente o número total de abortos. Quanto ao aborto clandestino, nunca mais se falou dele. Deverá ter diminuído bastante, tendo em conta o número de abortos legais realizados – mas se acabou ou não, ninguém parece importar-se. Quanto ao número total de abortos, temos assistido a um aumento continuado – tendência a confirmar nos próximos anos, mas nada descabida, face ao histórico de outros países.

La protesta antitaurina congrega a más de 200 participantes al grito de "a tortura non é cultura"

“Os galegos somos a antítese do toureirismo”. Esta frase de Castelao fue sólo una de las consignas con las que los más de 200 asistentes protestaron contra la feria de toros en Pontevedra en una marcha que recorrió el centro de la ciudad y acabó en la plaza de toros vigilada por un amplio dispositivo policial. También al grito de “a tortura non é cultura” los participantes exigieron la prohibición de la cita, al igual que la abolición de la tauromaquia en todo el Estado.

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